Os dias clareiam tarde, aqui em em Ushuaia, nesta época do ano. Levantamos às 7 e meia e ainda estava escuro. Tomamos nosso café da manhã no hotel e ficamos aguardando a van que iria nos levar a um passeio pelo "Parque Nacional Tierra del Fuego", já incluido no pacote que compramos. A temperatura era de uns 6 graus e, mais ou menos às 9 horas, Evelyn,
a guia, e José, o motorista, chegaram a bordo de uma Hyundai para nos buscar. Dali seguimos até o Hotel Los Acebos, que fica na parte alta da cidade, para pegar mais alguns turistas que também iriam fazer o passeio. Lá embarcaram um casal de pombinhos em lua-de-mel, de Porto Rico, e duas amigas que moram em Angra dos
m o corpo com óleo de leões marinhos que caçavam,
além do fogo das fogueiras que os permitiam suportar o frio de alguns graus negativos. Eles viviam em pequenas cabanas de madeira e barro e, infelizmente, foram todos dizimados pelos colonizadores missionários anglicanos que, vendo-os cometer o "pecado" de andarem nus, os cobriram com suas roupasusadas e sujas, as quais serviram de vetores para doenças pulmonares, as quais os indígenas não
além do fogo das fogueiras que os permitiam suportar o frio de alguns graus negativos. Eles viviam em pequenas cabanas de madeira e barro e, infelizmente, foram todos dizimados pelos colonizadores missionários anglicanos que, vendo-os cometer o "pecado" de andarem nus, os cobriram com suas roupasusadas e sujas, as quais serviram de vetores para doenças pulmonares, as quais os indígenas não
O embarque é feito na estação da "Ferrocarril Austral Fueguina" , onde se encontram souvenirs para comprar. Este trem, também conhecido como o "Tren dos Presos", faz parte da história da colonização de Ushuaia, já que a estrada de ferro foi construida pelos prisioneiros argentinos, levados para a região para erguer o próprio presídio, pois, por ser inóspita e de difícil acesso, os governantes deste país, lá pelo iníciol do século XX, acreditavam que dali eles não
fugiriam. Os presidiários assentaram os trilhos, que na época eram de madeira, com a finalidade de transportar as toras das árvores que eram cortadas para as obras da colônia penal, que funcionou como tal até 1947. O trem é composto por uma pequena locomotiva movida a diesel e 5 vagões também pequenos, e aquecidos, senão ninguém aguenta... A viagem dura, aproximadamente, 1 hora e meia, com direito a uma parada para, além de tirar fotos, saborear um chocolate quente num vagão lanchonete estacionado no meio do percurso.
leite e a carne são mais caros que no Brasil! Entretanto, o vinho NÃO! Fizemos um pit stop numa lanchonete na Av. San Martin, onde eu comi umas empanadas fritas, muito saborosas, e Mary um cone de papas fritas, tudo isso acompanhado por duas versões da cerveja local BEAGLE, uma ALE e outra RED ALE, "no jeito"! Aproveitei para perguntar ã garçonete onde poderíamos comer um bom cordero patagônico em Ushuaia. Ela foi perguntar ao cozinheiro e este recomendou o "La Rueda", mas este eu já havia observado que estava fechado para reformas. Então ele nos indicou o "La Estância", na Avenida San Martin. Retornamos ao hotel, descansamos um pouco e saimos para jantar. Entramos no restaurante recomendado, sentamo-nos e o garçon, Pedro, nos trouxe o cardápio e o couvert. Observei queDica gastronômica: Bodegón Fueguino Restaurante, Av. San Martin, 859, Ushuaia (cozinha local, cordero)
















