que seria melhor não pegarmos a carona com ele e sim irmos no outro táxi... Agradecemos a oferta e ficamos esperando o outro chegar, o que não demorou nem 10 minutos. Neste táxi, o motorista, Lúcio, já tinha estado no Brasil e, muito falante, queria porque queria que nós o deixássemos levar-nos até o Cerro Castor, no Vale de Los Lobos, um passeio belíssimo, onde poderíamos ver uma criação de cães "huskies siberianos" , aqueles que puxam trenós, que fica a 40 minutos de onde estávamos. Ele insistiu muito para irmos lá, que "só" cobraria AR$200 (!) e que seria o melhor
cervejas Capehorn. Colocamos tudo dentro de uma sacola e seguimos para o hotel, onde nossas malas já nos aguardavam na recepção desde que fizemos o check-out, cujo horário máximo era às 10:00h. O transfer chegou exatamente no horário e fomos os únicos a bordo do veículo que nos deixou no aeroporto. Fizemos, então, nosso check-in no balcão da Austral, pagamos a taxa de embarque (AR$14 cada um - só em dinheiro, pesos argentinos ou dólares ou euros!), despachamos as malas e fomos para um cantinho do saguão a fim de "traçarmos" nossos sandubas. No caminho encontramos com a
verbal nos jovens e Mary aproveitou a ocasião e pediu para eles trocarem de fileira de poltronas: ela e o menino foram para mais atrás e os adolescentes mais para a frente. Mas as brincadeiras não cessaram de todo e fomos assim até Buenos Aires! Aterrissamos no Aeroparque e já havia uma van nos aguardando. As cariocas e mais um casal, este de Campos dos Goytacases, RJ, também foram junto conosco. Nós ficamos no Howard Johnson Plaza Hotel, situado na Calle Florida e os demais foram para outros hotéis. O casal de Campos nos disse que adora o Espírito santo, que sempre viajam para lá, principalmente para a região de montanhas, mais precisamente Pedra Azul, distrito do município de Domingos Martins. A entrada do hotel é meio estranha, pois fica no nível da rua, só que a recepção
fica um pavimento acima. Então, pegamos o elevador e, aí sim, fizemos o check-in. O recepcionista nos informou a respeito do horário e do local do café da manhã, porém nosso vôo decola de BsAs às 4:55 da manhã (ninguém merece!) e alguém virá nos apanhar às 3:55 h (!!!). Então tínhamos que acordar e levantar por volta das três e meia da matina!!! E não havia café da manhã naquele horário... Subimos, deixamos a bagagem no quarto e partimos para a Falabella, uma enorme loja de departamentos, também na Florida, onde já havíamos estado anteriormente. Lá Mary comprou um edredon de pena de ganso por um preço imbatível, além de alguns "instrumentos" de cozinha. Continuamos andando
Nos acomodamos e aguardamos o mozo (garçon) nos atender. Ele passou por nós umas cinco vezes, fingindo que não nos via, atendendo as mesas ao lado, até que nos trouxe o cardápio. Pedimos duas canecas de chopp (Isenbeck) e uma pizza mediana de mozzarela, tomates e azeitonas. Pedi mais um chopp e uma água tônica e o garçon nos trouxe um pratinho com fatias de massa assada de pizza, torradinha, como entrada. A pizza não demorou muito a chegar e estava muito saborosa. Comemos e, satisfeitos, pagamos a
conta (AR$84+10%) e voltamos para o hotel. No caminho paramos
num kiosco e compramos algumas caixas de alfajores, aqueles deliciosos sanduiches de biscoito recheados com o incomparável doce de leite argentino e cobertos com chocolate ou açúcar, para levarmos de presente. Chegamos no hotel, rearrumamos as malas e, depois de um banho, tentamos dormir. Coloquei o relógio para despertar às 3:25... Dica gastronômica: Café, Pizza e Restaurant Los Imortales, Calle Lavalle, 746, Centro, Buenos Aires.
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